quinta-feira, outubro 31, 2002

Penso, logo sou.
ou
Sou enquanto penso?
Então: penso, logo estou.
Ser ou Estar, é a questão
ou não é?

A inglês que fala seu língua[canbar]


Sutiã

- Mamãe, deixa eu usar sutiã?
- Não.
- Por favor, Mamãe!!
- Nunca.
- Mas eu já tenho 15 anos, mãe...
- Pare já com essa conversa, Mauro, meu filho!

domingo, outubro 27, 2002

Repórter Aéreo - Entrando no Ar:
Uui! que ventania! É tanto oxigênio, que eu fico zonzinho. E um pouco aéreo. Onde é que estava mesmo? Como me chamo? Que dia é hoje? - Ah! lembrei. Hoje é dia de eleição, e como não podia deixar de ser, já fui e voltei. Voltei no Lula é claro, assim como a maioria do polvo. Cumpri com o meu dever cívico. Civico!? Sim, sim se vi, de montão! Ai! mas é tanto oxigênio. Onde é que estava mesmo. Acho que vou deixar de ficar aéreo, e sair do ar. Alô? Alô?.... ai! caí!

sábado, outubro 26, 2002

Ana Crônica:
- Quase não chego por falta de tempo. Mas estou aqui à tempo, espero!
Como está dificil arrumar tempo para fazer as coisas, parece dinheiro. Que bobagem, time is money, todo mundo sabe! Ou não é? Tempo tem de sobra, e eu nunca vi dinheiro sobrando, pelo menos o meu; que nem meu tempo. Mas outro dia, tive um tempinho, entre uma coisa e outra, e pensei: “Como o tempo tem andado rápido, ultimamente”.



E dei um tempo, pensando sobre isso. Porque quando a gente tem tempo, a gente pensa né? Ih!, vai ver é por isso que não se tem tempo!!! Mas, sabe que me atrasei pro compromisso! É, por que hoje o tempo está em falta, e tem gente que dá aula, até em faculdade, de administração do tempo. Ah! Dá um tempo!!!
Depois eu volto falando do tempo, se der tempo, Ah ah ah!

quinta-feira, outubro 24, 2002

Disse nosso brother Duncan Barnes:
A Santa Ignorância é uma linha torta caraterizada pela falta de direção, contéudo, filosofia e conhecimento de quase nada. Nossa OMISSÃO () é a complacência em não descobrir o restante não existente da nada total. Chegando ao finalmente na Nada Infinito."
("Dramática Brazileira para Estrangeiras" BARNES, Duncan John)
OUT SITE

Terapia: Terapia é um artigo supérfluo. Não é necessário à sobrevivência. Talvez seja necessário para viver, para a melhoria da qualidade de vida, mas não para sobreviver, para garantir a existência. E em épocas de crise, como campeia a fome, muito mais em que outras épocas, não há o que se comer. Não havendo louça para lavar (mesmo que se queira botar tudo em pratos limpos), não há portanto razão para ter a pia. Dizem até que acabou, como a Psicanálise. E Isso Freud explica.

Jacob Freud e seu jovem filho SigmundPara falar o que eu acho, Freud não explica nada, esse negócio de “Freud explica” era o nome de uma peça do, acho que João Bittencourt, uma comédia, que as pessoas pelo visto levaram a sério pelo desconhecimento da propria matéria. Do meu “modo de vista”, Freud implica. Implica o sujeito nas ações que ele executa, seja conscientemente ou inconscientemente, para usar um jargão psicanalítico. Vulgarizamos a prática reflexiva, que a Psicanálise propõe, e nos eximimos de assumir as responsabilidades que a prática reflexiva aponta. Seja Psicanalítica ou outra qualquer, a reflexão saiu de moda, é muito papo cabeça, minha cabeça não agüenta. – “ Traz uma solução mágica aí “. Acho que aí deve ter lobby de laborátorios de medicamentos milagrosos, associados a outras práticas de cunho também milagroso, por trás disso.

Esse negócio de implicar a gente naquilo que a gente faz, mexe nas feridas da gente. E quem é que quer mexer em ferida, passa uma maquiagem e pronto. Terapia, principalmente a Psicanalítica é uma questão de desejo, e não de necessidade. Faz terapia quem quer, e pode (o poder advém do tamanho do querer). Quem quer mexer nas suas feridas para curá-las, cicatrizá-las, enfim para dar um trato em si mesmo; na qualidade com que se vive a vida que se tem. Mas é cara! É e deve ser querida (cara), o preço paga-se tanto por fazer como por não fazer. Tudo tem um preço. Questão de escolha saber qual o preço que se quer pagar. Por essas soluções (mais reflexivas) ou pelas milagrosas. Porque precisamos de um reflexo, de uma referência, do outro, de uma ajuda. De alguma coisa porque sozinhos é barra!

Que papo estranho meu! esse negócio de sozinho, parece coisa de carente. Esse negócio de terapia é coisa pra maluco, e eu não sou maluco, tô fora...

[texto de Haylton Farias]

quarta-feira, outubro 23, 2002

Desculpa, amigo, eu estava por fora, não sabia que era para entrar por aqui. Sou um pouco tímido (pequenos medos), mas aos poucos vou me desinibindo com esta nova maneira de me expressar, é só não apressar.
Engraçado é que quando a gente se expressa, na verdade a gente impressa (tenho a impressão) Então eu impressei umas coisas que estão salvas e vou descobrir como posta-las... é bom aposta-las. Até a próxima, com mais informações de quem está por fora. Tonfa